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29/06/2020 - 22h00Missa de Ação de Graças encerra gestão 2018-2020Celebração reduzida também pediu o fim da pandemia e o êxito da nova administração

  Magistrados participam de celebração, que agradeceu pelos dois anos de gestão que se findam e pelo ciclo que se inicia Na noite dessa segunda (29/06), foi rezada, na Igreja Nossa Senhora de Fátima, uma missa em ação de graças pelo Poder Judiciário estadual mineiro, pelos resultados alcançados no último biênio e pelos dirigentes que assumem o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) a partir de quarta, 1º de julho. As orações também foram feitas para a superação da pandemia da covid-19 em todo o mundo. A celebração foi presidida pelo Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, e concelebrada pelo pároco local, Padre Fernando Lopes Gomes. O público se limitou aos empossandos e aos atuais ocupantes dos cargos. Foram observadas medidas de distanciamento e de higiene em função da pandemia do novo coronavírus. Comentando a liturgia, que reúne o chamado à retidão, na primeira leitura, ao desapego e ao seguimento radical de Jesus proposto a um mestre da lei, narrado por Mateus, o arcebispo frisou que se paga um preço altíssimo quando se perde o senso da justiça. "Amós, no século VIII antes de Cristo, denuncia condutas más e mostra que os descompassos na sociedade têm suas raízes na injustiça", afirmou. O arcebispo D. Walmor confiou o Judiciário à proteção de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, insistindo na relevância da justiça para a promoção da paz Segundo o sacerdote, o profeta adverte para a missão fundamental dos guardiões e defensores da justiça, reacender esperanças que não podem se apagar. "Esse caminho da verdade e do bem, porém, exige o discernimento, que ultrapassa o conhecimento e a competência. Trata-se, antes, de uma iluminação espiritual profunda do coração e da mente, uma sabedoria que vem do alto e nos ensina a fazer as escolhas certas", pontuou. Referindo-se à crise sanitária que atravessa o mundo, D. Walmor enfatizou que a situação expõe fragilidades e nos desafia, como inpíduos e coletividade, a buscar o serviço mútuo e a fraternidade. "Temos que aprender um novo estilo de vida, é preciso mais do que nunca uma oferta maior e mais qualificada de todos para mudar esse cenário, olhando sobretudo para aqueles que têm menos condição até de se proteger na atual conjuntura", ressaltou. De acordo com o arcebispo, principalmente nessa "difícil travessia", é necessário se comprometer com os valores do Evangelho, e não com ideologias polarizadoras. Ele defendeu que a justiça tem força pedagógica e por isso os magistrados assumem "uma tarefa de suma importância" para a convivência social plena de paz: vivê-la, praticá-la e transmiti-la. O presidente eleito, Gilson Lemes, proclamou a primeira leitura, tirada do livro do profeta Amós Além do presidente Gilson Soares Lemes, estiveram presentes os demais dirigentes para o próximo biênio: os desembargadores José Flávio de Almeida, 1º vice-presidente; Tiago Pinto, 2º vice-presidente; Newton Teixeira Carvalho, 3º vice-presidente; Agostinho Gomes de Azevedo, corregedor-geral de justiça, e Edison Feital Leite, vice-corregedor-geral de justiça. Compareceram ainda o presidente da gestão que se conclui, desembargador Nelson Missias de Morais, e seus colegas no comando da 1ª, 2ª e 3ª Vice-Presidências e da Corregedoria-Geral de Justiça, desembargadores Afrânio Vilela, Áurea Brasil, Mariangela Meyer e Saldanha da Fonseca.  
29/06/2020 (00:00)
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